Quinta-feira, 24 de Outubro 2013, 22h00 | MODO EXPIATÓRIO apresenta ENCORE – Paulo Sérgio dos Santos (voz), José Massarrão (saxofone alto), Fernando Soares (saxofone tenor), Rita Nunes (saxofone barítono) & Rita Maia e Silva (piano)

Modo Expiatório

Juntar uma voz, três saxofones e um piano, não foi o princípio nem é o fim deste grupo. Os instrumentos são quase uma coincidência que se reúne para dar expressão a diferentes ideias.

Se a formação é, por si só, inusitada, a lógica que está na base deste conceito é, no mínimo, surpreendente. A voz narra, da mesma forma que os instrumentos, os temas com que o quinteto se apresenta.

Manifesto, Sátira ou Encore, são motes já trabalhados junto do público. Reunindo textos e partituras que se cruzam num só espetáculo, a prioridade são os autores portugueses, mas, sobretudo, as mensagens que nos permitem entender melhor os sentimentos, a política, a medicina, a filosofia, as crianças, os adultos, os transportes públicos, sim, o sexo também, talvez o amor, ou, simplesmente, pensar sobre todas as coisas.

José Massarrão, Fernando Soares, Paulo Sérgio dos Santos, Rita Nunes e Rita Maia e Silva, são os fundadores e executantes. Que comece a expiação.

Manifesto

“O que é preciso é criar desassossego”, afirma a voz, citando Zeca Afonso. O piano revela a primeira parte de uma sonata de Carlos Seixas. Os saxofones evocam  o Coro da Primavera. Entre Fernando Pessoa, António Fragoso, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner Andresen e muitos outros, este espetáculo tem um sabor a revolução… Sem armas, das que dão tiros de pólvora. Mas com música e palavras.

 Sátira

“A paródia é a caricatura ao serviço da grande tristeza pública”.  Rafael Bordalo Pinheiro, aqui acompanhado por Claude Debussy, dá um mote onde se vão juntar Paulo Portas ou Pedro Santana Lopes, Astor Piazzolla ou Francisco Lacerda. Neste espetáculo, o que importa é conhecer o Rei dos Xaropes, não só para curar Ana Lopes, mas para ser muito bom na cama.

 Encore

Respondendo a um desafio do público, o quinteto decidiu surpreende-lo com a sua própria sugestão. Um espetáculo que vai ser guiado pelo improviso, sem nunca se afastar do Manifesto e da Sátira. E mais não se pode dizer…

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